A Culpa é do signo
19 de Março de 2009
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Ref. Amores pontuais; após a necessária edição
Não posso falar nada acerca dos homens. Deles, não entendo patavinas!
Mas sobre nós, as mulheres, possuo vasto conhecimento e, por isso, sei: temos a mania terrível de inventar desculpas. Comemos potes de sorvete porque estamos um pouco deprimidas (afinal, nós odiamos sorvete). Compramos sapatos porque odiamos nosso chefe. E gastamos uma fortuna naquele vestido (que, aliás, até se parecia com aquele outro), não porque somos malucas por uma liquidação fajuta, mas porque fomos convidadas para uma festa na qual o nosso ex também foi convidado e temos de aparecer por cima da carne seca. Nós sempre inventamos pretextos ridículos. Eu também os tenho… E, de todos, o mais recorrente é a “desculpa astrológica”. Sim, a culpa é do signo! A culpada é a minha mãe que, doida de pedra, decidiu me ter no final de janeiro, numa combinação absurda de aquário, com ascendente em escorpião e a lua em libra.
Por causa do aquário, me apaixonei perdidamente por um homem, que conheci pelo Orkut e morava em outro estado. Foi por causa do ascendente em escorpião, tive um caso sórdido com um homem casado (eu não sabia, tá?!). E, motivado pelo desequilíbrio de uma lua em libra, eu sempre me apaixono por rapazes, que nem conheço direito.
Adoro estas paixões doidas por desconhecidos. Mês passado, por exemplo, me enamorei por um homem, que encontrei na fila do ponto do meu trabalho.
O meu novo príncipe é um rapaz moreno e bonito, que, primeiramente, me jogou olhares furtivos quando eu estava estacionando meu carro e depois encontrei na fila do ponto eletrônico. Comecei imediatamente a bolar situações malucas para esbarrar com ele nos corredores da repartição.
Descobri que ele trabalha nalguma sala perto do banheiro, perto da escada, perto do restaurante e perto do prédio anexo. Mas ainda não descobri exatamente onde… E já o encontrei 2 vezes na xérox (não renego mais este serviço aos estagiários. Não! Eu mesma faço). Pasmem!, mas, na sexta feira passada, ele me deu bom dia. Eu estava bem atrás dele… A menos de um braço de distância… Na fila do ponto eletrônico. Um bom dia meio tímido, com cheiro de pasta de dente. Sei não, mas, lá no fundo, achei que rolava um sentimento de volta.
Penso sobre isso… Penso sobre minha combinação astral, as desculpas que invento para dar vazão aos meus desejos tresloucados e estas minhas paixões destrambelhadas e, no final, fico até feliz. Pois estas loucuras preenchem meu peito e me enchem a cabeça até o dia que o homem certo aparecer!
Mas até lá… Pode ter certeza: eu irei toda arrumada para a repartição. Torcendo para encontrar o moreno bonito na Xerox ou sonhando que nossos dedos se toquem no ponto eletrônico e ele me peça em casamento na fila do ponto.
Amanhã… Quem sabe?
Vizinhos
19 de Março de 2009
Todos nós temos alguma hi/estorinha de vizinho pra contar, vizinho é igual sogra, você quer do fundo do coração (?) que a relação seja a mais normal e sadia do mundo, mas lá no fundo (ou no raso mesmo) sabemos que algo estranho acontece… O que? Sim, me dou super-mega bem com minha sogra, (acredite, viajo com ela e já ganhei até bolsa Prada, e isso tudo de coração, tá!!!) Mas também não somos vizinhas, né! Mas não era essa a conversa… Atual ou antigo, os vizinhos possuem alguma bizarrice, uma estilo de vida não muito convencional e outros blá blá blás que fazem a gente acreditar que somos “normais”.
Quando morava na casa dos meus pais, a vizinhança era tranqüila, até porque, como eu cresci junto deles, não deu pra ter o “olhar de fora”, eu era aquilo lá também, embora existissem os clássicos: a menina namoradeira (não, não era euzinha!), a velha rabugenta, o casal que briga e quer que toda a rua escute, aquele demônio que a Senhora da esquina insiste em chamar de Neto, e etc também.
Quando fazia faculdade que morava com minha irmã, eu já não tinha a mesma relação, não fazia mais parte, fui ser a vizinha de quem já estava naquele espaço, a distancia já era suficiente pra poder observar o que eram as hi/estorias de vizinhos. Havia o moleque mimado do apartamento da frente, o alcoólatra engraçado (só de lembrar já estou rindo, rs), a fofoqueira, o fofoqueiro – que quando é homem é sempre pior, não é? -, a Senhora e seus cachorros vestidos com roupinhas de grife e claaaaaaaaaaro, o gato do andar de cima, com quem fantasiava beijos que romperiam o silencio da trajetória do elevador até o térreo, como num clip de baladas dos anos 90. Um dia isso quase aconteceu, juro! O problema é que ele não sabe… Ah, e não posso esquecer, da vizinha que batia na porta às duas da manhã com um prato-de-qualquer-coisa-muito-gostosa porque viu a luz acesa e sabia que eu estava estudando ou lendo.
Mas meus vizinhos tornaram-se “vizinhos” meeesmo (perceba aqui que a palavra vizinho está cheia de irônia), quando mudei pra minha casa. Viu só: minha casa, meus vizinhos! Logo que casei fui morar numa casa alugada numa vila muito jeitosinha, só o que eu não sabia é que em vilas, os vizinhos e suas “peculiaridades” estão bem mais próximos do que a gente imagina ou gostaria que estivessem. Saí de lá depois de um ano por não mais agüentar a Vila do Chaves, como chamávamos. Lembra da Vila do Chaves? Era igualzinha. Neste instante, preciso dar-lhes a informação que eu cresci assistindo Chaves. Chaves é tudo-de-bom-ponto-com-ponto-br e Chaves é Cultura Sim! (mas isso é coisa pra um outro post) Tinha a velha do 71, que só varria e bisbilhotava a vida de todos, e achava que o Frederico (Meu Au-au que não chega nem na metade da minha perna, com pelo!) era um perigo. A Chiquinha, uma moleca da voz mais enjoada que eu já escutei, O Sr. Girafales que visitava sua amada todo final de tarde e essa por sua vez, como a D. Florinda, achava que todas as mulheres (inclusive aquela loura da casa da frente: euzinha!!) olhavam pra ele. E todos viviam em total harmonia uns nas janelas dos outros, e como eu não fazia isso, nem nunca pedi um copo de açúcar, era eu quem não se encaixava. Vai ver eu é que era a chata mesmo ou qualquer outro adjetivo… Afinal, eu também era a “vizinha” deles, oras.
Bem, realizei o sonho da casa própria (isso não te faz lembrar o Silvio Santos falando? rs). E melhor, não tinha vizinhos! De um lado um terreno “valdio” (baldio), como disse na época meu sobrinho, do outro uma casa sem ninguém, atrás, uma casa em começo de construção… Ninguém!!! O mais próximo era uma amigo de faculdade (o qual o vocativo passou a ser vizinho), que morava passando três casas. Melhor que isso, só dois issos!! Mas os anos passaram e a casa do lado foi vendida para alguém que não sei quem é, só sei que todo fim de semana dá uma festa! TODO FIM DE SEMANA! Mas até aí tudo bem, só que durante a semana ele escuta hinos evangélicos e canta junto, além de brigar e brigar, brigar e brigar… Com o cachorro! (entendo agora o porquê de tanta festa).
Do outro lado, o terreno continua baldio, mas não sem habitantes: os ratos e outros bichos fazem de lá sua morada, além de receberem alguns dias, alguém que resolve usar droga sem ser perturbado, ou pior, fugir da polícia ou coisa parecida…
Mas o melhor é o vizinho da casa de trás. Não, na verdade não é o vizinho e sim os animais do vizinho!
Primeiro vem o galo que insiste em cantar a madrugada toda. Lá pelas duas e meia, três da manhã ele começa, e o que é mais estranho ele pára as cinco mais ou menos. Claro que não percebo mais, apenas quando fico acordada até essa hora é que escuto. Já estou na fase de rir do galo, fico imaginando o porquê ele canta nesse horário, insônia? Medo de escuro? Não sei, só sei que as vezes de tão alto que ele canta, acorda o Fred (ah sim, podem clicar que ele tem orkut!) que consequentemente me acorda… Que consequentemente me faz escutar seu canto!
Aí vem o mais engraçado e que me tira o sono. Não, não o sono que é embalado pelo galo, e sim me faz bater cabeça mesmo. O vizinho tem uns bichos que eu não sei o que são, já tentei descobrir, mas nem pista . Esse final de semana, por exemplo, ficamos escutando o som que eles fazem… muito, mas muito atentamente, mas foi mais uma tentativa frustrada. O som é estranho, e não é parecido com nada que eu já tenha escutado antes (pelo menos não de um bicho… nem de ninguém!), no começo achei que podia ser uma galinha, mas não é, não sei nem se é uma ave mesmo, também não é um porco muito menos “dinoceronte” (que seria um dinossauro e rinoceronte junto)… Já pensei em pato, mas descartei, não é periquito nem derivado disso. Meu marido pensou e pra simplificar (homens a-do-ram simplificar!), assumiu que é um chupa-cabra… Acho que qualquer dia desses vou pegar uma escada pra ver o que é, lá de cima do muro. Pois é! Eu tenho mais o que fazer, claro que eu tenho mais o que fazer, por isso ainda não fiz isso! Fico assim, imaginando uma ave com focinho de porco e rabo de cavalo, sei lá, minha imaginação é fértil par essas coisas! rs.
Sei que mesmo com vizinhos, sou privilegiada, pois os meus não são lá tão estranhos assim, só o suficientemente diferentes de mim. E bem como com a sogra, nunca tive nenhum “problema” com eles… Ainda?… Pode ser. Até porque não sei dizer pra vocês quais as minhas bizarrices que meus vizinhos vêem em mim como vizinha deles!
P.S.:Esse texto foi escrito na época em que um vizinho da minha rua, construiu a casa igual, eu disse igual a minha, juro! Pelo menos eu não o conheço, então não corro o risco de ser convidada para conhecer uma casa que já conheço…
Cansei
20 de Fevereiro de 2009

Ah, quer saber? Assim como aquela bandinha bacaninha que ta bem na modinha agora e eu até gosto, que cansou de ser sexy, eu cansei. Mas não cansei de ser sexy, até porque isso é uma mentiririnha que contamos ao dizermos que cansamos de sexy ser, ou você acha mesmo que mudou sua forma de se vestir e usa roupas confortáveis agora porque mesmo? Queridinhas, já estamos grandinhas, né. O que fazemos é apenas trocar a maneira de nos vermos e sermos sexy! … Nossa, que agressivo isso. Fiquei até com medo de mim agora, eu eim!!
Mas voltando. Cansei. Cansei até mesmo dessa minha mania horrorosa de encher de “assuntos parênteses” quando escrevo e quase perder o fio do pensamento… Que sei certamente não mudará.
Cansei de não gostar do meu cabelo. Cansei de não gostar do meu corpo. Cansava muito quando queria “mudá-lo”, mas descobri que não é cansativo apenas querer “melhorá-lo”. Cansei de não gostar de onde moro, até porque lá num outro lugar, as pessoas que amo continuarão a morar aqui… E as de lá não serão mais fonte de saudade que me aquece e nunca cansam. Cansei de não saber se gosto ou não gosto do que escrevo, cansei de deixar prá lá, cansei também de não deixar pra lá e resolver tudo agora, na marra. Cansei de fingir que não penso mais em você, nele, nela, naquele outro, lembra?… Cansei de esperar, cansei de fazer, cansei de acontecer.
Cansei de mim cansada de mim, sabe? É!!! Cansei de me sabotar todas as vezes que aquela mulher no espelho olha nos meus olhos. Agora faço com que ela me olhe da cabeça aos pés, e também com que ela fixe os olhos nos meus olhos e ainda mostro uma língua pra ela. E vocês não vão acreditar… Sabe o que ela faz quando mostro a língua igual uma retardada? E morre de rir, e me faz rir também. Parece que somos amigas! Hahaha. Quando eu cansei de cansar, até meu cabelo (que por acaso, não está da cor que eu gosto e já estava cansada de mim) começou a sorrir pra mim, é mole?
Cansei de perguntar se ele me ama. Eu sei que ele me ama e isso é uma chatice, no dia que ele não me amar eu saberei ora bolas, pra que então serviria a tal de massa cinzenta? Cansei de não dizer a ele que o amo, mesmo que ele saiba disso, é melhor deixar tudo bem clarinho, afinal, sei lá se ele pensa como eu penso. Vai que é ultra mega cansativo mesmo pensar como eu penso. Se eu canso… Imagina!
Cansei de esperar por e-mails, faz tempo que eu mesma os mando. Cansei de ter raiva de quem me fez raiva. Não adianta nada se depois esquecerei mesmo da raiva, o que faz me dá raiva de mim mesma no final. Cansei de sentir culpa e cansei de culpar. A culpa é de quem tem culpa, não preciso me cansar procurando por ela e arrumando lugar pra ela ficar. Cansei de chorar e cansei de ter TPM. Mas como, mesmo se eu cansar de ser mulher, não adiantará de nada (deve ser cansativo ser homem também, embora tenha gente que acredite o contrário. Mas porque seria diferente pra eles?), que venha a TPM, que venham as lágrimas que eu cansei de não escutá-las.
Cansei de ser legal por ser, sou legal agora só quando sou mesmo, assim não canso e sou muito mais legal nessas horas em que sou legal de verdade. Até eu mesma me acho legal assim…rsrs. Cansei de ser esposa, ser só esposa é muito cansativo, sou esposa e namorada, cansa mais, mas ficamos menos cansadas, entende? Cansei de não me importar com o que não devo me importar. E sabe como a gente faz pra descobrir com o que não deve-se se importar? E só ver se você cansou. Eu cansei então não devo me importar. Importar-se não deve cansar. Ai!, quase cansei. Cansei de cansar só de pensar em fazer atividade física. Deve ser menos cansativo cansar dela mesma em si.
Cansei de ser boazinha, mas não serei o contrário disso já que isso não se aprende e nessa altura do campeonato (sempre quis usar essa frase, “nessa altura do campeonato”, fica tão bem na mamãe) seria cansativo demais.
Cansei de não ver meus irmãos e amigos, trabalhar não cansa, mas trabalhar demais não realiza e acredite, não é só pra rimar não, é uma metáfora séria: descama! Cansei de inventar desculpas, agora sou eu, eles e depois o trabalho. E não foi quando o meu trabalho ficou melhor?! Cansei de escrever o que os outros queriam ler, e quando os outros liam o que não queriam ler, me diziam que era menos cansativo. Ler, ler, ler. Cansei de não poder dizer que é isso que faço, já que o trabalho era cansativo e não deixava espaço. Cansei de não poder ter “dor de cabeça” na hora do sexo. Não tenho dores de cabeça, é certo, mas só faço quando quero, assim não canso para o próximo sexo. Aliás, não cansei de fazer sexo, agora ficou mesmo menos cansativo, já que faço sexo-amor, sexo-carinho, sexo-sexo, sexo-safado, sexo-denguinho e de novo sexo sozinho.
Cansei de esperar pela chuva, faço chover em mim e não canso mais olhando pro céu.
Cansei, cansei e cansei. Será que cansar da câncer?
Não sei. Ah, não cansei de sorrir… Será isso sintoma? Só sei que cansei e me libertei. Sou o que sou, aliás, sou tudo o que sou, pois só sendo é que tudo em mim se define. Cansei do cansaço. Ta vendo? Ser do verbo sendo.
p.s.1: Cansei e resolvi entrar neste aquário.
p.s.2: Precisamos nos cansar de nós mesmos e reinventar um outro “nós” sem deixar de sermos nós mesmos. Ufa! Cansei.
“O melhor amigo”
14 de Fevereiro de 2009

Amar é uma merda! Desculpem-me os românticos e os apaixonados… Mas é assim que eu me sinto hoje! Pois nada no mundo é pior do que estar apaixonada… Mesmo quando você é correspondida! Porque o amor, embora seja entre duas pessoas, é um sentimento solitário. Você sempre ama só.
Não importa há quanto tempo você esta casada; se você namora há 20 anos ou se está com o casamento marcado e a casa comprada. Acorde, filhinha, você esta sozinha nessa! Você nunca vai saber se ele te ama de volta e, pior!, você nunca vai saber ‘o quanto’ ele te ama de volta. E se você o amar mais do que ele te ama? E se ele te amar só um tiquinho e, na verdade, ele é apenas um cara carinhoso e generoso e você uma iludida? E se ele parou de te amar e você ainda não se tocou? É terrível… Mesmo que você esteja certíssima de que ele é o homem da sua vida e que vai amá-lo por toda a vida, jamais, JAMAIS, poderá esperar o mesmo dele.
Se é ruim amar e ser correspondida, pior ainda é amar e não ter o ser desejado. Eu estou assim. Completamente apaixonada pelo meu melhor amigo. Quando estou perto dele, me sinto como se estivesse na quinta série, quando o Felipe (meu ídolo naquela época) ia estudar na minha casa e eu deixava minhas pernas soltas sob a mesa e, quando ele as embalava, meus pés tocavam suas pernas… Com aqueles pelinhos, que começavam a nascer.
Novamente, eu estou apaixonada pelo meu melhor amigo. E sei que, embora ele me ame, nunca o terei como namorado… Porque constato que amor é uma coisa que sinto indendente do outro. Não importa o que faça, não importa quantas cartas eu escreva, quantas peças de teatro eu produza em sua homenagem. Não importa… Ele, simplesmente, não vai me amar.
Semana passada, fomos todos a uma boate e eu fiquei olhando para ele, esperando que ele me tirasse para dançar e, no meio da pista, me desse um beijo. Mas ele não moveu um músculo sequer… E eu até fiquei constrangida, porque eu sabia que ele sabia que eu o queria muito.
Outro rapaz me tirou para dançar (era lindo também!), mas não importava o que esse novo e disposto rapaz fizesse, eu não iria desejá-lo. Porque eu amo meu melhor amigo.
Na saída da boate mandei uma mensagem de celular dizendo:
“Sinto-me como alguma heroína de filme romântico,
dividida entre Paris e NY, entre o mocinho e o bandido.
Cá estou eu, entre o homem que eu amo… e o amo que me quer!”
Ele leu a mensagem. E não respondeu.
Continua sendo meu melhor amigo. E, neste fim de semana, iremos ao cinema. E eu ainda sonho que, no escuro da sala, ele deixe sua mão escorregar pelo meu colo e toque meus dedos ansiosos. Mas sei que não ocorrerá!
Mas, como sou dura na queda, preciso dizer uma coisa:
“você, meu melhor amigo,
embora você não me queira…
Eu te amo muito!
E ainda vou amar por algum tempo!
Sozinha!”